Hoje é sexta feira. Vamos relaxar!

Hoje é sexta feira!

Sempre achei uma grande bobeira este negócio de que a sexta feira é melhor porque quando você sai do escritório relaxa porque não tem que acordar cedo amnhã, terá um final de semana de folga e por aí vai. Só que as vezes só na sexta e no sábado é que você consegue reunir os amigos, alguns shows só rolam nestes dias e afinal não dá para ir contra a maré.

Sendo assim hoje vamos relaxar porque é sexta feira, ir ao bar do Omar (com sua gaita e os seus amigos que compôe o trio) ouvir boa música com amigos e com o Julio (grata surpresa), beber uma boa caipirinha, comer os gostosos pasteizinhos e voltar prá casa e ter um bom sono.

Amanhã? Bem amanhã vou travalhar o dia inteiro. Isso não faz diferença nenhuma.

Quero crer que a Lisa não dará furo. Ela confirmou. Talvez a Ana traga seus filhos também. Será bem divertido, espero.

Hoje abri mais uma categoria. “escritos”. Nesta categoria vou registrar alguma coisa, ou muita coisa quem sabe, que escrevi durante estes anos passados. Quer saber mais? veja a continuação!

A maioria foi em 1982, o ano que mudou minha vida. Descobri isso no final de semana no sítio, depois da semana que a Téia estava em Campo Grande. É que naquela semana ela me deixou uns textos desabafos dela prá eu ler e foi bom. Depois resolvi pegar minha pasta de recordações e fui ver o que escrevi. Meu objetivo era encontrar o que eu havia escrito para ela quando namorávamos e no começo do casamento. Isso eu ainda não achei. Mas pude ver o quanto tem de coisa escrita no ano de 1982. Foi na época que eu saia com o Runaldo, ficávamos até tarde da madrugada nos bares e sempre sozinhos, sobrando mesmo. Como a gente não era viado, era coisa de amigo mesmo, rolava um monte de observações sobre as situações que presenciavámos e, claro sempre relacionada sentimentalmente com nossa fase, afinal estávamos a caça e só!

Paralelamente era o momento em que eu estava realmente procurando uma definição sobre meu futuro. Não percebia mas havia decidido mudar minha vida ou encaminhá-la definitivamente. Como isso é claro hoje. Que rico aquele momento.

Muita emoção está nos escritos. Muita baboseira se olharmos com olhos de alguém com 47 anos mas se olharmos com olhos e um adolescente de 22 anos, descobrindo o mundo e suas possibilidades, aprendendo as limitações pessoais e principalmente sociais tem coisa boa lá. Por isso resolvi registrar aqui. Papel envelhece mais que bits.

Não será nada rápido pois quero reler primeiro e fazer uma seleção. Talvez até reescreva algo mas se isso acontecer indicarei que foi reescrito porque senão perde o valor.

É isso aí.

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