Istambul e Orhan Pamuk

Li no ESTADÃO no dia 21/04/07 sobre Orhan Pamuk, ganhador do prêmio Nobel de Literatura que vive hoje entre Nova York, Paris e Istambul. Gostaria de ficar mais em Istambul, mas às vezes o clima pesa demais. Em seus livros descreveu como atrocidade e genocídio o que os turcos fizeram com os Armênios e Curdos no passado e por isso pode ser até condenado segundo as leis locais, por “insultar a idêntidade da Turquia”. Em seu último livro, “ISTAMBUL – MEMÓRIA E CIDADE” mostra uma visão particular da cidade onde nasceu e que foi tão importante na história da humanidade. Vou ler este livro.

Istambul foi fundade em 667 a.C pelos gregos com o nome de Bizâncio. Depois passou a pertencer ao Império Romano e em 330 d.C foi reconstruída já então com o nome de Constantinopla em homenagem ao Imperador Constantino. Com a divisão do Império Romano foi a capital do Império Romano do Oriente até 29/05/1453 quando foi tomada pelos Otomanos sob o comando do Sultão Maomé II. Ficou sob o controle dos Otomanos até 1922 retorna ao controle da Turquia. Em 1930 o nome Constantinopla foi oficializado. O nome tem origem numa expressão grega que quer dizer “na cidade

Jantar com a Maria e a Célia

Ontem fizemos um jantar com bruschetas tradicionais, pasta de azeitona e queijo com amêndoas de entrada, salada e como pratos principais rondeles recheados com ricota, nozes e gengibre ou carne de sol e alho poró.

Para beber tivemos vinhos brancos Miolo Seleção 2005, Valduga Assemblage 2005 e Infinitus (ARG) Chardonay-Semillon 2003 e tinto Finca de Altura Felix Lavaque Cabernet Sauvignon 2003. De sobremesa uma rosca de coco e enfeitando o buffet uma linda flor vermelha (primula).

Foi muito bom, mas durou pouco. Uma pena que as visitas foram embora cedo mas os “jovens” são assim mesmo, perdem o jantar mas não a balada.

Da próxima vez vamos experimentar outros vinhos mais específicos.

Os vinhos seleção e assemblage fizeram bem o papel de introdução, são equilibrados mas não tem traços especiais, entre eles o Valduga feito com uvas Riesling, Pinot Blanc e Flora Californiana apresentou gosto mais marcante do que o Miolo feito com as uvas Riesling, Chardonay e Sauvignon Blanc. Tem também um tom amarelo mais forte e um pouco de mais de acidez. Já o Infinitus Chardonay-Semillon apresentou os traços mais nítidos pois é um vinho de corte e não uma mistura como os outros. O Finca de Altura Cabernet Sauvigon apresentou os aromas característicos de carvalho no início e depois de uns 30 minutos foi fácil sentir os aromas de ameixa seca, café e um pouco de couro.

Quanto aos pratos as duas combinações deram certo ficando a preferência por conta do gosto de cada um. As bruschetas ficaram boas confirmando que é melhor fazê-las em 2 etapas, a primeira só os pães no forno com alho, ervas e azeite e depois acrescentar o tomate com cebola picada e o parmezão para gratinar.

Também estavam presentes Flávio, Julio, Pedro com a Denise, Toninho, Kátia e Thiago.

Faltou um show da Maria com seus pupilos Pedro e Thiago, mas eles ameaçaram tocar “dia de rodeio” e aí ficou arriscado.