30 anos depois…

Ontem aconteceu o encontro de colegas de colegas da Belas Artes. 30 anos de formatura!

Havia amigos da 1a. e da 2a. turma. Como sempre é muito legal rever os amigos (os que apareceram por lá é claro). Sempre aparecem fotos antigas, brincadeiras, lembranças e o mais importante que é um sentimento de amizade diferente. Amizades desta fase são ingênuas, profundas. Marcaram uma das melhores fases da vida, fase em que os sonhos e as fantasias que nos levaram até onde chegamos se criaram e tomaram forma. Felizmente no caso da nossa turma os encontros acontecem e têm bom astral.

Felicidades a todos e que nos encontremos muito mais vezes ainda!

Sobre o momento que passamos…

Tenho reparado que todos do meu círculo de amigos estamos em fase de transição e, por mais que tenhamos tentado nos preparar, este momento tem sido difícil, para uns mais e para outros menos. Em geral depende do projeto de vida anterior e dos anseios futuros para que esta dificuldade seja maior ou menor.

Parece que aqueles que optaram por uma vida empreendedora têm mais dificuldades em decidir parar de agir. Parar de trabalhar parece mais fácil na teoria do que na prática mas é viável. Parar de agir já é outra situação. A maioria “topa” parar com as atividades que até agora foram responsáveis pela vida profissional e por fazer patrimônio e base de segurança financeira mas não “aceita” muito bem escolher como razão de vida para a próxima fase algo que não seja de alguma forma um novo empreendimento, mesmo que não signifique renda financeira. Tem que ter o sabor do desafio, do contrário não serve!

Tem sido um agradável, embora as vezes sofrido, aprendizado conversar sobre este tema com minha esposa, meu irmão, os filhos e os amigos mais próximos.

Amigos são muito bem vindos, de presente!

Outro dia recebi amigos em casa para comemorar meu aniversário e foi muito bom. Além de ganhar presentes, o que não é muito meu perfil, ter estes amigos, ainda que de vez em quando, por perto é bem legal.

No meu caso ainda fico orgulhoso de ter pessoas da família próximos que são como amigos. Isto não é pouco porque como sempre disse, amigos a gente escolhe. Quer dizer que fui escolhido como amigo deles além de ser parente. Para quem veio de uma família como a minha onde a regra era brigar entre si isto por si só é um presentão.

Para completar me deram presentes bem interessantes que conforme for aproveitando vou registrando por aqui.

Um Matemático!

Ontem tivemos uma excelente e maravilhosa notícia. O Julio passou e portanto está formado. É um Matemático! Mais uma etapa vencida e a vida para continuar. Daqui para frente é realmente com ele. Da nossa parte: Missão cumprida e muita felicidade!

Parabéns Julio e boa sorte, de todo coração!!!!!!!!!

Um pão gostoso com o novo levain

Enquanto não faço o novo levain com farinha comum vou usando o de farinha integral. Mudei um pouco a forma de fazer e deu certo.

1a. fase: (12:30hs) Juntei 110 grs. de fermento + 140 grs. de água + 180 grs. de farinha integral. Amassei por 2 minutos e deixei para crescer. Depois de 2 horas (14:30hs.) reamassei porque não havia crecido nada. 4,5 horas depois de reamassar havia crescido e passei a 2a. fase:

2a. fase: (19:00hs.) Acrescentei 180 grs. de água, 150 grs. de farinha integral e 90 grs. de farinha comum + 12 grs. de sal. Como pode se ver a quantidade de material agregado em relação a massa original é bem menor do que a 1a. fase. (21:00hs.) 2 horas depois havia crescido bem e então reamassei e enformei. A massa não estava muito firme por conta da quantidade de água. Dividi 600 grs. numa forma e os 275 grs. restantes formatei em um mini filão e coloquei numa assadeira pequena e aberta.

3a. fase: (8:00hs.) Coloquei para assar 20 minutos a 240o.C e mais 20 a 200oC. Ficou bem gostoso. O pequeno filão ficou meio abaixado mas mesmo assim macio. O sal está no ponto.

Ainda sobre o “Levain” feito de abacaxi

A experiência com o novo levain ainda não acabou. Fiz o fermento com farinha integral e depois resolvi manter 2 fermentos sendo 1 com farinha integral e outro com farinha comum. Não sei porque mas o fermento com farinha comum não sobrevive. Resolvi agora fazer um novo a partir do zero com farinha branca.

O fermento com farinha integral está bom e foi unânime a opinião de que o pão feito com este novo levain (de abacaxi) é mais leve, mais gostoso e com sabor menos acentuado do que o anterior (de batata).

O primeiro pão com o novo levain

1a. experiência:

Peguei o que tinha de levain, reservei 50 grs. para guardar e fiquei com 500 grs. para fazer o pão integral. Aos 50 grs. acrescentei 100 ml. de água mineral e 200 grs. de farinha de trigo interal. misturei bem e guardei em um pote de margarina de 250 grs. tampado na geladeira. É a minha reserva. Os outros 500 grs. guardei na geladeira e retirei no domingo cedo para voltar a temperatura ambiente.

Juntei 800 grs. de farinha integral, 400 grs. de farinha branca de melhor qualidade, 600 ml. de água, 15 grs. de sal e os 500 grs. de fermento. Amassei bem e coloquei para descansar em uma bacia por 4 horas. Ao fim deste processo havia 2,4 Kgs. de massa que dividi em 3 formas. Cooquei para fermentar às 17:00hs. do domingo e às 5:hs. da manhã da segunfa feira pus para assar, primeiro 30 minutos a 240o.C e depois mais 30 minutos a 200o.C. Não cresceu o que eu esperava, assou um pouco demais mas o sabor promete. A próxima experiência vou fazer com outra proporção.

2 viagens e tudo anda bem!

Na última semana de março fomos, a Téia e Eu, a Londrina e Maringá visitar parentes. 1.580 Km rodados. Na ida fui dirigindo o tempo todo e cheguei bem disposto mas no dia seguinte a tarde não estava 100%. A noite quando fomos conhecer o Shopping de Maringá com a Dú e a Patrícia me segurei o tempo todo na mão da Téia por causa da sensação de tontura e fraquesa nos joelhos.

Na última 3a. e 4a. feira fiz minha primeira viagem de avião depois de ter tido convulsão. Fui a Recife fazer visita e levantamento em 2 lojas mas levei a Téia comigo também. Aproveitamos para rever Valdenir e conhecer a Carmem, um doce, muito amável. Também me senti bem e trabalhei normalmente, até mesmo num ritmo forte.

A única coisa que não  resolvi é como vou convencer minha médica a incluir o vinho na minha dieta diária. Brincadeiras a parte, estou feliz por não ter tido mais convulsão e espero estar me curando. Se der certo logo isso passará e restarão só as piadas!!!

Filmagem das pimentas e colheita de azeitonas

Este carnaval foi bem diferente. Fomos à Piedade e ficamos lá 3 dias, de 6a. feira a domingo. Teve de tudo um pouco e com bastante novidade.

Começou com a filmagem de nossas pimentas na 6a. feira pela TV TEM de Sorocaba para fazer parte de uma matéria conjunta com o pessoal que planta em Salto de Itú. Esta matéria vai para o programa Globo Rural. Isto também é legal porque, afinal das contas, um dos grandes incentivos para que meu Pai e minha Mãe resolvessem tentar a vida lá nos idos de 1980 foi exatamente o aparecimento do programa e da revista, que aliás assinamos até hoje e temos desde a número 1. Foi bem legal, o cinegrafista Anderson era muito profissional e competente e a repórter Bianca além de simpática, era muito preparada, atenciosa, dedicada e gosta do que faz.

Terminou com a colheita das azeitonas e um domingo bem de família com a chegada do Toninho, da Kátia e do Thiago.

Para arrematar quando chegamos em São Paulo e abrimos os e-mails soubemos que o projeto Oliva SP do IAC e da Edna com a Angélica foi aprovado pelo CNPQ e que teremos uma máquina moedora de azeitonas por perto.

Valeu, fui!

Um grande susto, e a expectativa!

No último dia 12 de janeiro passei um grande susto, talvez o maior de minha vida. Desmaiei e tive convulsão enquanto caminhava por Pinheiros com a Téia. Fiquei internado o final de semana, tive alta, fiz mais exames e novas consultas com cardiologista e neurologista e, por enquanto, o diagnóstico é uma falha de comunicação no cérebro, mais precisamente nas têmporas o que me levou a iniciar um tratamento que pode demorar até 3 anos.

Parece que as piores opções foram definitivamente descartadas o que é um grande sinal.

Estou na expectativa da nova consulta e de novos exames, ajustando o dia-a-dia às novas condições e esperando que os efeitos adversos da medicação passem logo.

O que mais anima é o carinho e a dedicação das pessoas próximas e queridas. Isto é mais do que suficiente para ficar firme e lutar com seriedade.